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segunda-feira, 17 de outubro de 2022

ZUMBILÂNDIA

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem

 

AUTOR:

Ranyery Santos da Silva

EEEM WALKISE DA SILVEIRA VIANNA

ENSINO MÉDIO TARDE - TURMA: M1TR02/2022

Ninguém naquela pequena cidade estava entendendo o que acontecia. A agitação era total. A agitação era total. Ouviam-se disparos e gritos. Ana Fernanda acordou atordoada e ficou enlouquecida com a cena que viu. 

_ Meu Deus do céu, o que é isso!?

Ela ficou mais assustada ainda quando viu Lúcia, sua mãe, com uma arma na mão atirando no seu irmão. A senhora Lúcia também estava nervosa e tremia.

_ Calma, filha, eu posso explicar. O Luiz não é mais o Luiz.

_ O que é isso, mãe?! Por que a senhora atirou nele? Você matou ele, mãe!

_ Filha, o Luiz era um zumbi, e a cidade toda está infestada de zumbis.

Na pequena cidade se espalhou um vírus e fez muita gente se tornar zumbi. Lúcia e Ana Fernanda resolveram sair daquela cidade de carro.

_ Vamos embora daqui, mãe, o carro está na garagem. 

_ Primeiro, vamos ao sótão buscar armas, munições e comida para a viagem.

_ Depois vamos passar na casa da tia, mãe, talvez ela esteja viva.

Quando abriram a garagem, viram muita fumaça, carros queimando e gente sendo morta. Ana Fernanda vendo isso ficou em choque. Até que veio um zumbi coçando a pele no carro, fazendo com que Lúcia perca o controle e bata o carro numa casa. Elas, rapidamente, correram para entrar na casa levando as armas. 

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem

Quando abriram a porta, viram uma criança transformada em zumbi. Por impulso, Ana Fernanda atirou na criatura. Aterrorizada com aquela cena, a mãe dela ficou brava.

_ Por que você fez isso, Fernanda? 

_ Era um zumbi, mãe, tive que fazer isso.

_ Mas, ela era uma criança!

_ Meu irmão também era uma criança!

Ana Fernanda saiu correndo com a arma na mão, sua mãe a acompanhou. Porém, se deparam com vários zumbis. No confronto, Ana Fernanda acaba sendo morta pelos zumbis. Lúcia ficou cheia de ódio e, com uma granada mata muitos zumbis. 

Lúcia saiu atordoada e foge em um carro atropelando vários zumbis, Acabou batendo em uma casa e desmaiou. Esse parecia seu fim. porém, logo apareceu sua irmã e matou muitos zumbis e salvou a vida de Lúcia, que agradeceu emocionada:

_ Muito obrigada!

 

PEQUENOS DISPAROS

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem


AUTORAS:

Adrielly Alves Ximendes

Sammara Mikaely Pimentel da Silva

EEEM WALKISE DA SILVEIRA VIANNA

ENSINO MÉDIO - TURMA: M1TR02/2022

Ninguém naquela pequena cidade estava entendendo o que acontecia. A agitação era total. Ouvia-se disparos e gritos. Ana Fernanda acordou atordoada e ficou enlouquecida com a cena que viu.

_ Meu Deus do céu, o que é isso?! Meu pai foi atingido!

Ela caminhou até a sala quando sentiu uma sensação estranha nos pés, era o sangue do seu pai.

_ Paiiii!!!

Desesperada, sem saber o que fazer, ela ligou para sua mãe.

_ Alô? _ disse sua mãe ao telefone.

_ Mãe ..., diz Ana chorado.

Ela não conseguia falar o que havia acontecido, então sua mãe compartilhou do seu desespero ao perceber que algo de errado havia acontecido. Então sua mãe pergunta agoniada:

_ O que houve, Ana? Você está me deixando com muito medo...

_ Eu ouvi uns tiros e...

_ E...? _ disse a mãe já com lágrimas nos olhos.

_ O papai está sangrando, e muito! Quando eu escutei os tiros, eu saí correndo até a sala e vi ele estirado no chão. Por favor, mãe, me diz o que fazer ... Eu tô com muito medo!

_ Calma, _disse a mãe tentando transmitir tranquilidade para não assustar mais ainda a filha _ primeiro verifique o pulso dele.

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem


Então Ana caminha, levemente, até o corpo de seu pai, e confirma o que já se era esperado, ele havia morrido.

Assim, Ana percebeu que dali para frente seria apenas ela e sua mãe porque, numa manhã de terça-feira, seu pai havia morrido vítima de uma bala perdida.


domingo, 16 de outubro de 2022

O RETORNO DO REX

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem


 AUTOR:

Bruno Ferreira da Silva

EEEM WALKISE DA SILVEIRA VIANNA

ENSINO MÉDIO TARDE - TURMA: M1TR02/2022


_ Meu deus! O que houve aqui?! _ disse o doutor Michael, pesquisador da American Society Brazilian Science.

Renata, sua assistente, estava dando os últimos suspiros no chão em meio a uma poça de sangue, respondeu-lhe:

_ Foi a criatura, doutor! Eu disse que isso não iria dar certo, todos morreram!

Machiel mandou que Renata ficasse calada, pois alguma coisa estava rondando em torno deles. Não se sabe exatamente o que era aquilo, estava muito escuro. Alguns minutos depois, Michael pegou seu telefone e ligou para pedir ajuda.

_ Alô! Aqui é o doutor Michael! Preciso de toda ajuda possível! Mande o exército, quem sabe a NASA, o que estamos prestes a enfrentar não é deste mundo!

De repente, a fera agarra com a boca a secretária que estava no chão e leva para algum lugar, logo após carrega também o doutor e vai embora. Quando o exército chegou, não existia mais nada além de pessoas mortas.

Depois desses acontecimentos, tempos se passaram e nada da criatura aparecer novamente. Porém, algumas pessoas estavam desaparecendo. Isso já estava virando notícia. Até que Jane, jornalista internacional de New York, foi dá uma olhada nas câmeras de segurança da cidade e se deparou com algo terrível. Um grande dinossauro rodando pela cidade às três horas da manhã, e, logo isso foi para reportagem do dia:

"E agora vamos para um caso que aconteceu em local secreto em Nova Iorque, cientistas foram encontrados mortos há três semanas, eles estavam com marcas de mordidas e arranhões. Ninguém sabia a causa disso tudo e hoje iremos falar de um menos dinossauro que foi criado exatamente no mesmo local onde estavam os cientistas.".

Todos da cidade que viram a notícia ficaram completamente atordoados, pois todos eles poderiam morrer. 

A notícia continuava:

"No local, foram encontrados, misturas químicas e ossos de dinossauro Rex, acredita-se que eles, sim, tentaram reviver os dinossauros, e conseguiram!". 

Houve um pânico geral.

_ Socorro! Ele está aqui destruindo e matando todos!

Os policiais sem entender perguntam a Jane:

_ Quem está aí?! Explique com calma.

_ O dinossauro!

Jane respondeu assustada, pois ele estava muito perto do seu rosto.

Então, os policiais chamaram o exército para ajudar:

_ Ele voltou a aparecer, vamos ao combate! _ disse o policial ao telefone.

O exército sabia o que iria enfrentar, por isso preparou uma arma eficiente, que não mataria, mas deixaria a fera imobilizada, pois preferia que os cientistas estudassem para saber mais sobre ela. 

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem


Tudo pronto, o comandante gritou:

_ Levem ao todo da torre! Isso afetará o sistema nervoso ao acertar a cabeça. 

Então eles acertaram o dinossauro na cabeça e ele caiu no chão. 

_ Vamos levá-lo para a jaula na área 51, lá eles estarão preparados para estudá-lo.

A cidade, meses depois, foi reconstruída e o dinossauro continua preso. Mas, ninguém contava com os ovos que estavam escondidos na floresta.

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem


Fim!!!   



sábado, 15 de outubro de 2022

O MONSTRO DA ILHA DE KENTICHKY

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem


AUTORA:

Elzir Vitória Santos da Silva

EEEM WALKISE DA SILVEIRA VIANNA

ENSINO MÉDIO TARDE - TURMA: M1TR02/2022

Ninguém naquela ilha estava entendendo o que acontecera. A agitação era total. Ouvira-se disparos e gritos. Ana Fernanda acordara atordoada e ficou enlouquecida com a cena que viu. 

_ Meu deus do céu! O que é isso?! exclamou ela.

Aquela fora a primeira aparição do tão amedrontador monstro, que aterrorizava nossa ilha. Isso já faz muitos anos, e, desde a sua aparição, todos os moradores da ilha morrem de medo de sair de suas casas. Muitas vezes mais ele reapareceu, sempre no mesmo período do ano, sempre trazendo muito terror para a vila. Porém, já fazia dez anos que ele não era visto. Mas, as pessoas não gostavam muito de falar sobre ele não.

Chamo-me Ari, sou um pouco teimosa, posso assim dizer, nunca engoli essa história de monstro. Como assim, viram ele só há dez anos? Por que ele estivera aqui? Como ele viera parar aqui, nessa ilha? São tantas perguntas, mas sem nenhuma resposta. Além do mais, não falam nada a respeito do monstro. Já estão velhos, só sobrou a dona Ana que já não fala nada por conta da idade. 

Já havia marcado pela quinta vez no meu caderninho, ou seja, essa seria a sexta vez que tentava ver esse "monstro". Mas, dessa vez, eu tinha certeza que ia dar certo. Já tinha bolado um plano para fugir da minha mãe. 

Os moradores viviam normalmente durante todo o ano, até setembro, que era o período que o monstro aparecia. Nesse tempo, ninguém saía de suas casas, menos eu, né? "Vou sair e ver o tal monstro".

Já era noite, eu saí de casa, todos da vila apagaram suas luzes. Tinha que sair sem que minha mãe percebesse. Passei pela cozinha pisando em ovos, trisquei na maçaneta dá para o lado de fora. Mas, de repente:

_ Aonde vai, Ari? _ minha mãe perguntou_ soltei um palavrão.

_ Mãe!_ disse com uma expressão de susto.

_Aonde está indo? _ perguntou novamente.

_ Annn... estou indo tomar um ar fresco, não estou me sentindo muito bem. _ digo sem deixar transparecer meu verdadeiro objetivo.

_ Vou buscar um remédio para você, tá bom? Fique aqui dentro! Lá fora é perigoso, filha! - diz ela com um tom de preocupação na sua voz. 

_ Tá bom, mãe. _ falo, mas sem nenhuma intenção de obedecê-la.

Logo após ela sair da cozinha, com pressa indo buscar o remédio para mim, aproveitei e saí sentindo o vento no meu rosto. Mas, logo comecei a correi antes que mamãe chegasse.

IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem
Ao chegar perto da costa, ouvi uma voz:

_ Você demorou, querida. 

_Espera aí, que voz é essa? _ pensei.

Com minha curiosidade, aproximei-me de onde vinha a misteriosa voz. Ao chegar bem perto, o que vejo me causa espanto e não seguro a indagação:

_ Que merda! O que essa velha está fazendo aqui? _ Perguntei a mim mesma, só não sabia que ia sair tão alto. 

Vi dona Ana se assustar quando me aproximei dela.


IMAGEM ILUSTRATIVA - FONTE: Google Imagem

_ O que faz aqui? _ Ela perguntou.

_ Oxi! A senhora fala, calma, o mostro! _ falei totalmente confusa.

_ Querida, vou te explicar, ela é minha filha! Sim, é estranho, mas é a verdade. Vou te contar tudo o que aconteceu: Há dez anos, minha filha tinha ido à Ilha Proibida por curiosidade. Porém, acabou sendo infectada e começou a se transformar numa guardiã da ilha, uma criatura horrível. Assustada, saiu e voltou para casa. Mas, ao chegar aqui a transformação já estava concluída assustando os moradores. Eu, preocupada com minha filha, saí de casa para procurá-la. Porém, quando cheguei à costa, vi um monstro. No entanto, havia algo familiar nele. Olhando para uma das patas dele, vi o pingente de minha filha, reconheci que era ela. Dessa forma, eu a tirei da costa e a levei para um lugar mais calmo, sem desespero. Até hoje, ela tem que proteger a ilha, mas todo mês de setembro ela vem aqui para esse lugar. 

_ Então ela é a sua filha?! Caraca! Mas ela parece ser tão monstruosa! - falei.

_ Eu sei, mas ainda continua sendo a minha filha. _ falou com convicção.

_ Entendo. _ respondi.

Em seguida, o monstro entrou na água e saiu nadando.

_ Tchau! _ disse dona Ana. Em seguida me perguntou: _ querida, pode manter em segredo esse assunto?

_ Ok, respondi.

Ficamos ali, por alguns segundos em silêncio. Então digo de repente:

_ Meu Deus, tenho que ir para casa! Minha mão está me esperando! 

Saí correndo para casa e pensando: "então dona Ana fala que o monstro é filha dela, meu Deus, tô é ficando louca!".

Ao chegar em casa, vi minha mãe esperando por mim na porta. 

_ Pronto, agora vem bronca, pensei, e fui logo me explicando, _ Ah, mãe, saí só um pouquinho.

_ Filha, o monstro pode estar em qualquer lugar, entre, entre!

_ Tá bom, mãe. _ falei entrando em casa _ "mais uma aventura para pôr no meu diário", pensei.

Deitei-me na minha cama e comecei a dormir entrando em meus pensamentos novamente. 

_ Será que quando eu acordar amanhã, tudo terá sido um sonho? Não sei, mas se for um sonho mesmo, amarei dormir novamente apenas para ter mais aventuras como essa. 

E assim dormi com os pensamentos altos como as nuvens. 

FIM.