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terça-feira, 1 de maio de 2018

A Vida de Moleque na Favela


 Resultado de imagem para moleque do tráfico na favela

AUTORA: LARYSSA DE SOUSA

Meu nome é José, mas conhecido como Laranjinha. Na favela, um moleque de 12 anos que não sabia o que era certo e nem o errado, só sabia me divertir, mas não sabia que minha diversão teria um fim.
- Mãe !! (grita)
- Que foi, Laranjinha?
- Tô indo pra escola!
- Vai com deus, meu filho!
Estava indo no meu caminho quando ouvi gritar o meu nome...
- Laranjinha, perai, moleque!
- Que foi, Limãozinho?
Meu amigo, Limãozinho, meu parça, meu irmão, meu brother. Juntos há 12 anos, sempre aproveitamos juntos.
- Iai, Laranjinha, como tá a vida?
- Tá boa, irmão.
- Iai, borá matar aula, hoje?
- Sei não, cara...
- Para de ser fraco, Laranja... ninguém vai saber não, irmão!
- Tá bom.
Limãozinho me levou a um lugar onde havia dois estilingues e algumas pedrinhas para atirarmos nos telhados das casas da vizinhança. Nós éramos os mais atentados da favela. Eu me deparo com as pedras que meu amigo tinha pegado.
- Limãozinho, onde você arranjou essas pedras?
- Ah, lá no morro.
- Que morro, comecei a xingar Limãozinho.
- O morro da periferia...
- Mano, cê é maluco!?
Eu estava assustado, com medo de aquelas pedras serem drogas. Eu comecei a olhar bem para as pedrinhas e consegui abrir uma, era “pó de anjo”, cocaína.
- Mano, Limão, isso é pó de anjo!!!
- O que? Eu não sabia, pensei que fosse apenas pedras!
- Mas é pedra, limão. Pedra de cocaína! Você é burro?
- Cara, relaxa, é só levar de volta.
- É tão simples, não é Limão? O chefe vai ver nós dois levando...
Mesmo com medo e muito assustados, tivemos coragem para levar as pedras numa mochila para o morro. Colocamos as pedrinhas onde elas estavam, no entanto, quando estávamos voltando, demos de cara com os capangas do chefe. Começamos a correr, mas, bem atrás vinha o chefe do morro.
- Ei, moleques, o que pensam que estão fazendo?
- Nada ... nada, senhor.
- É mentira, chefe, eles estavam mexendo na parada lá.
- Isso é verdade, moleque?!
- S..sim... senhor... desculpa.
- Não vem com desculpas, agora vocês vão me ajudar. Tudo o que eu mandar vocês vão fazer, ok?
- S.. sim.
Eles nos forçaram a fumar e a fazer entregas pela favela. Hoje eu tenho 27 anos e o limãozinho morreu, levou quatro tiros na cabeça e eu estou fugindo da lei.

Bem, na favela só existe duas leis: ou você dança conforme o baile, ou você morre no meio do baile. Nunca siga o mesmo caminho que o meu, nunca entre nessa dança.    




A imagem pode conter: 1 pessoa, close-up

AUTORA: LARYSSA SOUSA
EMEF FELIPA SERRÃO BOTELHO
8º ANO A - MANHÃ/2018





quinta-feira, 26 de abril de 2018

AVENTURA NA FLORESTA


Fonte: google imagem

AUTORA: Rebeca Emilly

Certo dia, vários amigos decidiram ir fazer uma trilha na Floresta Amazônica. Passaram dois meses e ainda estavam lá se preparando para a trilha que tanto esperaram. Foram dois meses de ansiedade, alegria, conforto... Eles estavam ali, preparando a trilha de seus sonhos... Então chegou o tão esperado dia.
- Vamos, galera! Falou Hitalo todo contente.
- Eh, vamos! Finalmente chegou o tão esperado Day da nossa trilha, Yes! Disse Rebeca.
Luzia, toda ansiosa disse:
- Bora, gente! O Cristian está nos esperando lá fora!
- Realmente, meu povo, vamos nos apressar, falou o Kenny.
Então, todos eles foram ao encontro de Cristian. Entraram no carro e foram para o local onde seria a trilha. Chegando lá, após estacionar o carro, desceram suas mochilas e suprimentos e equipamentos.
- Chegamos! Falou Rebeca, empolgada.
O Kenny, após observar o local disse com ar de felicidade:
- Gente, agora vamos nos arrumar para irmos a nossa trilha.
- É mesmo, gente, vamos começar a nossa trilha! Falou Hitalo.
- Então, vamos começar? Perguntou Cristian.
- Vamos nessa, então. Respondeu Luíza.
Os cinco amigos seguiram em frente, um atrás do outro. Andaram 25 quilômetros a pé, passaram dois days andando.
- Galera, vamos ficar por aqui! Sugeriu Cristian, exausto.
Luíza concordou dizendo que era melhor mesmo. Os outros também concordaram.
Meio a contragosto, Hitalo falou:
- Éh, já que vocês querem ficar por aqui, vou ficar também.
Meio aborrecido, jogando suas coisas no chão, Kenny disse:
- A gente, queria prosseguir em frente mais uns dois quilômetros, mas, já que vocês estão cansados, vamos ficar aqui mesmo. Affs!!
Descansaram aquela noite, porém no segundo Day, às cinco da manhã, já estavam se preparando para seguir em frente.
- Bora seguir em frente, né? Disse Rebeca ajeitando sua mochila nas costas.
Cristian concordou que sim.
Luíza, a nerd da turma falou sorrindo meio que em tom de deboche:
- Bora, então seguir esse caminho aqui.
Todos riram.
Enquanto o grupo conversava, Hitalo e Kenny seguiam em frente.
Quando o grupo percebeu “Cadê o Hitalo e o Kenny?” todos se perguntaram.
- Acho que estão para frente, Cristian falou sem muita convicção.
Rebeca observou na direção da trilha:
- É deve ser.
Caminharam muito sem ver os dois, porém finalmente eles se encontraram.
- Nossa, que bom! Achamos vocês dois, falou Luíza meio aborrecida e aliviada.
Hitalo se justiçou dizendo:
- Achava que vocês iam nos acompanhar!
Irônica e brincalhona como sempre, Rebeca quis acomodar as coisas
- Ah, vocês acham que a gente não anda rápido é, sonha garotos!
- Isso mesmo, Rebeca! Mandou bem. Disse Cristian rindo.
Já se passavam dez days de caminhada floresta adentro.  Até que Rebeca e seus amigos encontraram um lugar muito belo chamado Jalapão. Eles ficaram por lá. No lugar tinha de tudo que precisavam. Havia piscina, tirolesa, campo de futebol, entre outras coisas.
- Que lugar mais legal! Falou Rebeca surpresa.
- Gente, olha aquilo! Tem piscina e tudo o mais! Disse Hítalo muito satisfeito.
E assim, iniciou-se outra aventura daqueles cinco amigos inseparáveis naquele paraíso.
No fim daquele dia, todos estavam muito cansados e decidiram descansar em suas barracas.

1º Day: Foi tudo bem legal! Eles se divertiram muito.
- Gente, eu estou um pouquinho cansada, falou Luíza.
- Eu tô só um pouco, mas valeu à pena, disse Rebeca (exausta).
- Pessoal, eu vou para minha cabana dormir, informou Cristian.
- Ok, vai lá, depois nós vamos, disse Hítalo.
- Tá bom, mais vem logo, heim, recomendou Cristian.
- Ok, ele respondeu.
- Beleza, gente! Vamos dormir ou ficar mais um pouco aqui? Perguntou Kenny.
- Prefiro ficar mais um pouquinho aqui, jogando conversa fora, respondeu Rebeca.
Todos concordaram então, em ficar batendo um papinho até mais tarde. Enquanto eles conversaram, a noite ia surgindo, já era meia noite...
- Galera, nossa conversa ta tão boa, né?
- Sim, Rebeca até que tá– confirmou Hítalo.
Luíza propôs que cantassem um pouco para distrair um pouco. Hítalo pegou o violão e pôs-se a tocar “meu abrigo”, conforme proposto pela galera. Todos cantaram juntos na maior algazarra.
“Você é a razão da minha felicidade
Não vá dizer que não sou sua cara-metade
Meu amor, por favor, vem viver comigo
O seu colo é o meu abrigo...”

- Uruu!! Que noite maravilhosa, falou Rebeca.
A empolgação era geral. A galera estava muito animada e gritava alto, repetindo a música.
- Gente!!, gente!! Vamos para nossas barracas dormir?
- Certo, Kenny, vamos porque amanhã já é outro dia, temos que descansar. Respondeu Rebeca.
Luíza levantou-se e pôs-se a caminhar para sua barraca: - boa noite, passarinhos, disse rindo.
Hítalo respondeu:
- Boa noite.
Tudo se acalmou e dormiram o resto da noite.
Nem bem o dia clareou já estavam todos acordados merendando e tomando banho na piscina. Recomeçou um novo dia cheio de aventuras.
- Bora, gente, pulara daquela tirolesa?
- Vamos, Rebeca! Eu vou com você, disse Hítalo empolgado.
- Ok, então vamos lá! Borá subir essa ladeira de pedras primeiro.

Enquanto Rebeca e Hítalo estavam descendo na tirolesa, Cristian, Kenny e Luíza estavam jogando futebol.
- Goooolll, gritou Luíza contente.
- Ah, não valeu, Luíza! Falou Kenny.
- Valeu sim! Você fica inventando historinha ai. Ta com medo de perder é? Só pede.
Todos caíram na gargalhada tirando graça da cara de Kenny.
- Não! Gritou Kenny.
- Ok, falou Luíza.
- Vocês dois, heim! Meu Deus! Disse Cristian. Deixou os dois jogando bola e foi se juntar a Rebeca e Hítalo.
Em cima, já pendurados na tirolesa:
- Vamos descer, Rebeca?
- Bora, mas eu vou primeiro.
- Ok, vai lá. Concordou Hítalo.
- Tchau, nos encontramos lá embaixo! Disse Rebeca deixando seu corpo ser carregado pela força da gravidade.
Ela desceu naquela enorme tirolesa. Para ela, aquilo era uma aventura em tanto.
No alto, na casinha, Hítalo observava ansioso, esperando sua vez de descer.
- Uhuuuu!!! Que legal, gritou Rebeca quando chegou ao chão. Vamos lá, Hítalo, agora é sua vez!
Ele olhou para baixo, hesitou um pouquinho.
- Ok, lá vou eu!!!
Ele desceu na tirolesa. Quando chegou embaixo falou para Rebeca que nunca tinha sentido uma sensação tão boa. Deu frio danado na barriga. Riram juntos.
Foram para o almoço, empolgadíssimos. Em seguida, Cristian, Luíza e Kenny chegaram.
- Gente, tenho uma coisa não muito boa para falara para vocês, anunciou Cristian.
- O que é? Perguntou Rebeca preocupada.

- Também quero saber, disse Luíza.
- Então, temos que ir para casa, nossa faculdade já vai começar.
- Ah, não! Queria ficar mais dois dias aqui, pelo menos, falou Rebeca não muito contente com a notícia.
O desapontamento foi geral.
- Pois é, outro dia a gente combina de vir aqui de novo. Falou Kenny.
Enquanto eles conversavam a tarde ia surgindo. Até chegou a noite.
- Ei galera! Vamos arrumar nossas coisas aqui porque amanhã, nós vamos pegar o vazante, disse Hítalo.
- Já to arrumando as minhas, informou Rebeca.
Todas foram arrumar suas coisas para no dia seguinte irem embora.
Dia seguinte:
- Bora, gente, para casa! Agora, né, vamos seguir em frente! Falou Rebeca.
- Vamos logo porque daqui pra lá tem chão. Confirmou Hítalo.
- Pois é, falou Kenny desanimado.
Eles seguiram em frente, até chegar onde estava o carro.  
- Ufa! Cansei, disse Hítalo se jogando no chão.
- Também cansei, repetiu Cristian.
- KKKKK! Vocês se cansam rápido, MDS! Disse Rebeca tirando graça da cara deles.
- Bora botar as malas dentro do carro pra gente ir pra casa! Disse Luísa.
Logo estavam na estrada, rumando para suas casas. Foi cinco quilômetros de asfalto até chegar a Belo Horizonte, cidade onde eles moravam.
- Chegamos, que bom! Disse Kenny.
- Que bom, né, mas, eu queria ficar mais uns days na floresta... disse Cristian baixando a cabeça.
- Ah, eu também queria ter ficado mais um pouquinho, mas não podemos, disse conformada Rebeca.
- Verdade, temos que ir para faculdade! Disse Cristian.
- Aproveitamos muito! Jamais esquecerei esses dias, disse Luíza.
- Realmente, esses dias jamais serão esquecidos! Concordou Hítalo.
Então foi isso nossas férias acabou, mas teremos outras aventuras em breve.. esse dia foi muito legal, ficará na nossa lembrança.
Esses cinco amigos curtiram muito esses treze dias, foi uma aventura em tanto!!!

FIM...





REBECA EMILLY - 8º ANO A - EMEF FELIPA SERRÃO BOTELHO

terça-feira, 24 de abril de 2018

Sozinho não quero ficar!

Por que tudo tem que ser ruim?
Por que tiveste que ir embora?
Por quê? Por quê?

Seu que não sou poeta
Mas aqui, dentro de meu coração,
Está morrendo
Pois não tenho o teu perdão!

Doi em falar teu nome
Porque aqui do meu lado
Tu não estas!

Perdoa-me e comigo vens ficar
Para sempre
Prometo-te que para sempre
Irei cuidar de ti!

Vens, vens!
Estou te esperando!
Volta comigo, volta a me namorar!

Então tu vens? Estou aqui,
Na beira do mar,
Com aliança na mão
Para te pedir a comigo casar
Para nunca mais te deixar!

Pode vir a morte,
Mas ela tem que nos levar

Porque sozinho eu não quero ficar!

É hoje, faz três meses que foste embora
E aqui comigo só está a saudade
E a dona morte só levou a ti
E o nosso lindo bebê 
que nunca vou poder conhecer.


Hoje, estou só
Mas não paro de pensar em ti!
Comigo tu casaste
Comigo tu ficaste
E a mim, tu largaste

E a dor em saber que um filho 
Tu estás carregando dentro de ti
Oh, meu amor, onde estás
Ainda estou aqui, esperando por ti!
Durmo toddas as noites
Todos os dias esperando por ti
Esperando por nosso bebê.

Não quero acreditar que te perdi!


domingo, 15 de abril de 2018

UM CONVITE PARA JANTAR NA MANSÃO DE EVELIN RAUS





AUTORA: TAUANY SILVA COSTA


Em um dia de sexta-feira, às 18:30, havia um mordomo de uma mansão que ficava na Rua Perseverança, número 31. Ele estava indo visitar sua mãe Renata. Levava doce de goiaba, frutas, leite e legumes. Ele preparou um belo almoço e uma bela salada. Ao terminar de se alimentar, ele disse para sua mãe, Renata:
- Mãe, tenho que ir para mansão trabalhar, tchau!
Quando estava na metade do caminho, ele viu duas meninas e quatro meninos. Ele ficou muito triste porque viu que os meninos e as duas meninas estavam sujos e famintos. Então resolveu perguntar:
- Vocês não tem pais?
- Sim, temos. Respondeu o menino.
- Onde vocês estão com a cabeça para ficar na rua a essa hora? Perguntou o homem.
- Mas, moço, nossos pais nos abandonaram na rua porque eles não agüentavam mais sustentar a gente!
Perguntou o homem com muita raiva:
- Mas, como pode um pai e uma mãe abandonar seus filhos, deixando largados nas ruas?! É para isso que existe o abrigo para crianças órfãs!
- Como assim, órfãs? A gente tem pai e mãe, só que eles tiveram que abandonar a gente! Disse o menino furioso.
- Tudo bem, acalme-se. Eu já estou indo embora, disse o homem.
- Não vá, disse uma das meninas, o senhor não tem como arranjar um copo de leite para o nosso irmão de dois anos, pois ele não tem o comer?
O homem observou aquelas crianças e encheu-se de compaixão.
- Acalme-se. Eu trabalho em uma mansão. Lá há muita comida. Eu posso trazer para todos vocês frutas e leite. Tenho que ir.
O homem foi para a mansão. Ao chegar lá, a dona da residência ficou desconfiada de seu mordomo porque ele estava muito nervoso e parecia preocupado. Então resolveu perguntar o que tinha acontecido. Ele contou a história das crianças e disse que estava muito preocupado com elas.
- Há mais alguma coisa? Quis saber a dona da mansão.
- Sim, tem, respondeu ele, prometi voltar rápido com frutas e leite para elas almoçarem. Então, senhora, eu posso levar isso para elas? Perguntou o mordomo.
- Sim, você pode; mas com uma condição.
- Qual, senhora?
- Que você as convide para um banquete que haverá hoje à noite aqui.
- Sim, senhora, farei isso imediatamente. Posso ir?
- Sim, vá! disse a mulher.
Ao sair da mansão levando frutas e leite para as crianças e a notícia do banquete, ele pensou “por que a senhora patroa decidiu fazer isso?”.
Na mansão, a senhora conversava consigo mesmo: “Ai, meu deus! Como o mordomo é inútil. Ele nem sabe que eu vou pegar aquelas crianças e aprisioná-las!”. Esse era o desejo mal em seu coração que falava. “Quando eu as pegar, conquistá-las-ei para que sejam meus filhos, mas primeiro tenho que dar a todas do bom e do melhor, se é isso o que elas precisam!”.
Quando chegou a hora do banquete, a senhora chamou o mordomo e lhe perguntou:
- Você já arrumou tudo para o inesperado banquete?
- Sim, senhora – respondeu ele.
- Ótimo! Pois sirva o melhor. Quero que todos comam. Quando terminar ofereça-lhes um abrigo. Eles aceitarão.
No dia seguinte, a mulher perguntou para as crianças:
- Vocês aceitam morar aqui, nessa mansão?
- Sim!!! Responderam todos.
Ela deu um cordão de ouro para cada um deles. Todos ficarão bem. O tempo passou, eles cresceram e estavam bem.
Mas, apareceram os pais deles pedindo desculpas. Foram todos perdoados.
- Eu entendo, você não teve condições de nos sustentar, mas só quero fazer uma pergunta: por que vocês nos abandonaram ao invés de nos por em um orfanato?
- Por que sim, foi a resposta.
A mulher dona da mansão mandou os pais irem embora e nunca mais voltar.
No entanto, quinze dias depois, eles decidiram voltar e pedir para a mulher da mansão deixá-los ver os filhos. Mas, o mordomo não abria o portão. A senhora contratou seguranças para matar os pais que a incomodava.
Depois de um ano, um dos garotos procurou saber o que havia acontecido com seus pais. Ele ficou sabendo de toda a verdade e resolveu contar para seus irmão. Quando a mulher soube, negou tudo e continuou mentindo. O garoto falou que eles iriam embora.
- Como assim? Quem te disse essa mentira de que eu mandei matar seus pais? Foi uma pessoa que te contou, não foi?
- Sim. Foi o homem mais puro e sincero que eu já conheci.
- Foi você, maldito mordomo?! Eu quero conversar depois com você sobre essa casa, mordomo miserável!
- Sim fui eu. O menino estava desconfiado do sumiço de seus pais, eu resolvi contar toda a verdade.
A mulher pegou o homem e o jogou contra a parede. Ele bateu a cabeça e morreu. A menina ouviu a confusão e foi ver. O homem estava morto. A menina e seus irmão mataram a mulher e ficaram com a mansão e todos os seus bens materiais.
Passou-se cinco anos e meio. Eles decidiram adotar crianças para ser seus filhos. Então tudo acabou bem e eles ficaram muito felizes.

AUTORA: TUANY SILVA COSTA
Idade: 12 anos
Cidade Marabá – PA
EMEF Felipa Serrão Botelho




quarta-feira, 28 de março de 2018

A VIDA DE GABRIEL



AUTOR: GUILHERME PARENTE

Tudo começou em um dia que um garoto chamado Gabriel foi embora para casa de seu pai. Chegando lá o pai lhe falou:
_ Filho, há quanto tempo! Como você vai? Senti sua falta.
O filho respondeu:
- Oi, pai, a benção. Senti sua falta também. Estava morrendo de saudades do senhor.
O pai, contente com a chegada do filho, lhe recomendou:
_Vai arrumar suas coisas e descansa um pouco. A viagem foi longa. Então o garoto obedeceu ao pai e após ter organizado suas coisas no quarto, deitou-se e foi dormir, pois era noite.
No dia seguinte, seu pai convidou alguns vizinhos e amigos para conhecer seu filho que havia chegado. Gabriel cumprimentou todos ao seu redor, mas, então, vê uma garota de cabelos longos, olhos castanhos claros, de um metro e cinquenta e cinco, muito bonita. Ele se apaixonou por ela. Ela chegou nele com a fala mansa, mas ele era tímido. Ela é quem toma a iniciativa:
_ Qual é o seu nome?
_ Ora, deixa eu me apresentar. Eu me chamo Gabriel. E você?
Ela respondeu:
_ Chamo-me Maria Vitória e tenho quatorze anos. E você, quantos anos tem?
_ Ah, eu tenho quinze, respondeu ele.
Então Gabriel se despediu dizendo que tinha que ir comprar umas roupas e umas coisas. Ela perguntou:
_ Posso ir com você?
_ Pode. Claro! Vamos?
Eles vão conversando, se conhecendo. Ela ia lhe apresentando lojas e supermercados.
Maria Vitória mais uma vez tomando iniciativa diz-lhe que está gostando dele. Ao que Gabriel responde:
_ Eu me apaixonei por você desde hoje pela manhã, quando eu te conheci. Quero ser mais que teu amigo, quero ser teu namorado. Ou até mais, talvez nos casar e sermos felizes.
Com uma certa tristeza no olhar, Maria Vitória disse:
­_ Se fosse por mim, nós começávamos agora, mas o meu pai e minha mãe não deixam.
_ Mas, se nós namorássemos escondidos, se eu conhecesse seus pais?
Depois disso, passaram-se três meses. Eles estavam em uma sorveteria chamada Saimon Sorvetes. Eles estavam indo embora, quando de repente um carro bate em cheio em Maria Vitória. Gabriel pediu socorro. Alguns minutos depois a ambulância chegou. Ela foi levada para um hospital. Sangrava muito.
Algum tempo depois, o médico aparece e dá a triste notícia:
_ Ela não resistiu e faleceu.
Gabriel cai na lágrima e sai correndo para sua casa e se mata. Só ficou seu pensamento:
“Se não for para ficar com ela na vida, então ficarei na morte”

AUTOR: GUILHERME PARENTE
ALUNO DO 8º ANO
EMEF FELIPA SERRÃO BOTELHO
MARABÁ-PA


SIM OU NÃO?

         
AUTORA: WELIDA OLIVEIRA DA SILVA

 Havia um garoto de dezoito anos que se chamava Artur. Ele morava na Bahia e gostava bastante de estudar lá. Ele era um dos melhores alunos da turma, por isso fora escolhido para estudar em outra cidade com tudo pago. A cidade se chamava Doce Horizonte.
          Mas, ele disse, com muita paciência e alegria:
          _ Eu só irei se meus pais forem.
          Seus pais se chamavam Luama e Augusto. 
          Então seus professores lhe disseram:
          _ Arthur, deixaram seus pais irem com você para Doce Horizonte. 
                Com muita alegria ele deu um abraço em cada um dos professores, que não conseguiram segurar as lágrimas. Correndo ele foi para sua casa. Chegando lá com um grandioso sorriso no rosto, ele abraçou seus pais e disse-lhes:
                   _ Vocês vão juntos comigo para Doce Horizonte. 
                   Seus pais lhe deram os parabéns.
                   Duas semanas depois, eles já estavam todos prontos para embarcarem para essa grandiosa aventura.
                  Augusto disse para seu filho:
                  _ Ai, filho, estou muito feliz por você.
                  _ Obrigado, meu pai. Muito obrigado. Eu também estou muito feliz.
                  Eles embarcaram no avião e fiajaram muito bem.
                  Chegando em Doce Horizonte pegaram um táxi e foram para um hotel. Da varenda do hotel, Arthur gostava de ficar olhando para a paisagem, elogiando tudo e tirando várias fotos com seu smartphone. 
Depois de um mês de aula, ele conheceu uma garota chamada Vitória. Ela a achou muito bonita. Arthur foi para casa, deitou-se na cama e ficou pensando, e disse para si mesmo:"Será que eu devo chamá-la para sair? Será?" Até que decidiu chamar sim. No outro dia, depois da aula, ele estava conversando com ela sobre a aula.
                _ Hoje a aula de ciências foi muito legal, disse Arthur.
                _ Sim, foi muito boa sim, confirmou Vitória.
                Ela era uma garota muito esperta, brincalhona, divertida, alegre e muito feliz. 
                _ Você gostaria de ir comigo hoje andar pela cidade? perguntou Arthur.
                  _ Ai, hoje não vai dar, disse Vitória abaixando a cabeça.
                  _ Pois tudo bem, então.
                  _ Mas, pode ser amanhã, após a aula.
                  _ Tudo bem, pode ser sim, disse Arthur com um sorriso no rosto.   
                  Foram cada um para suas casas. 
                  Arthur chegou muito feliz e sorridente para dar a notícia aos seus pais.
                  _ Estou apaixonado e ela vai sair comigo amanhã.
                  Sua mãe lhe disse, com muita sinceridade: 
             _ Olha, meu filho, não se esqueça que você veio para esetudar e não deixe de estudar para namorar não, ouviu?
               _ Eu sei, minha mãe, nós iremos sair; mas sempre estarei falando sobre os estudos e eu não   vou deixar de me interessar pelos estudos. Pode deixar.
                 No dia seguinte, eles saíram pela cidade. 
                 _ Nossa, aqui é muito lindo! disse Arthur.
                 _ Sim, aqui é muito legal sim, confirmou Vitória.
                 Eles andaram bastante, lancharam, contaram piadas e falaram sobre estudos. 
                 Na volta, Arthur deixou Vitória na porta de sua casa. 
                 _ Tchau, Vitória, amanhã nos vemos na escola.
                 _ Tchau, Arthur, até amanhã. Ela deu-lhe um beijo na bochecha. Ele saiu com um grande sorriso muito feliz. 
                No outro dia, na escola, no começo da aula, ao se verem, conversaram sobre o passeio. Até que Arthur decidiu contar à Vitória que estava muito apaixonado por ela. Disse gaguejando: 
                _ Você quer namorar comigo?
                Vitória respondeu com um grandioso sorriso:
                _ Sim, mas é claro que sim.
                Então eles se beijaram e todos da escola viram o bateram palmas e começaram a gritar. 
                 Daí por diante, depois namoraram por um bom tempo. Depois de formados, casaram-se e viveram felizes para sempre em Doce Horizonte.  
        

AUTORA: WELIDA OLIVEIRA DA SILVA
ALUNA DO 8º ANO A - EMEF FELIPA SERRÃO BOTELHO
MARABÁ - PARÁ

terça-feira, 27 de março de 2018

AMOR ETERNO


Barbará Valente e Viviane Licá 
Havia uma menina chamada Vivian. Sua vida era infeliz porque seu pai e sua mãe eram ambicioso. Eles queriam que ela se casa-se com um homem chamado Rudson. Ele era da alta sociedade. Era médico. Mas, o amor não precisa vir atrelado a títulos e posições social. Vivian não gostava dele, apesar disso, seus pais a obrigava assumir um compromisso com ele. 
Um dia, chegando do trabalho, ela encontrou Rudson com outra mulher na cama. Então, indignada com aquela situação,Vivian perguntou logo:
- Qual é seu nome, vadia?
-Vadia não, meu bem , em primeiro lugar, meu nome é Emilly Keyte!  
 Naquele momento, Vivian saiu do quarto, pegou o seu carro e saiu chorando com muita raiva.  Chegou a sua casa, arrumou-se e foi para a balada. Chegando lá conheceu o garoto mais belo que ela já tinha visto. Ele se chamava Glauber. Ai, encontrou seu verdadeiro amor.
Nove meses depois eles se casaram e se tornaram o casal mais belo do bairro.
Um dia, quando Vivian estava indo para seu trabalho, ela dirigia normalmente, quando um caminhão bateu no seu carro e ela foi sacada fora do veículo  e bateu sua cabeça. Rudson e Emily Keyte estavam passando na hora do acidente e reconheceu que era a Vivian e foi rapidamente socorre-la. e cuidou dela com maior carinho. A namorada do Rudson, Emily Keyte, ficou morta de ciúmes.
Glauber chegou desesperadamente ao hospital e o médico deu a triste noticia que Vivian tinha perdido a memória.  Quando Vivian saiu do hospital, foi diretamente para a casa de seus pais Myrella e  Allison. A mãe de Vivian combinou com Rudson para fazer Vivian voltar com ele .No dia seguinte, a mãe da garota encheu sua cabeça e a garota ficou apaixonada pelo Rudson , mas foi bem na hora que  Glauber chegou  e mostrou suas fotos de casamento e ela lembrou-se de tudo e Glauber  pediu ela novamente em casamento. Eles viveram felizes para sempre.



sábado, 24 de março de 2018

BRINCANDO COM A MORTE


Fonte: google imagem (editada)


AUTORAS: Maria Eduarda da Silva e Larissa dos Santos


Em certo dia, uma menina chamada Sophia estava animada para acampar com seus amigos, cujos nomes eram Lúcia,Lana,Lucas e Diego. Assim, eles foram à fazenda do pai de Lúcia para comemorar o aniversário de Lucas. Chegando lá, eles foram se divertir. Resolveram fazer uma brincadeira que Lana havia ouvido de seus colegas de escola. A brincadeira se chamava “A morte ouve”.
Começou assim:
_Vamos dar as mãos uns aos outros, disse Lana, e chamar  Maria. Assim “Maria, apareça esse dia!”.
Diego, meio assustado com a brincadeira, falou:
                  _ Gente, vamos dormir, essa brincadeira não vai dar em nada. Todos foram dormir. No dia seguinte, eles foram tomar banho em um lago que ficava perto da fazenda. Lúcia começou a ficar tonta quando olhou para o lado e viu uma menina de vestido branco, laço na cabeça e toda ensanguentada. Ela começou a se desesperar. Todos pensavam que era mentira da menina quando ela informou ser a primeira menina que realizou aquela brincadeira e morreu alguns dias depois.                                                   
Chegando a noite, foram assistir a um filme, quando de repente o filme começou a ser interrompido, as luzes se apagaram e os vidros das janelas se quebraram! Todos correram para o quarto. A porta se fechou. Separaram-se gritando. O caseiro havia saído. Foi quando a Maria apareceu para matar todos, dizendo:
-Voltei para matar todos que duvidaram da minha existência! HA, HA, HA!!
 Minutos depois, ela sumiu, o filme voltou e as luzes se acenderam.  Na parede restou um recado deixado por Maria.

EU VOLTEI! HA, HA, HA!!!!

AUTORAS: Maria Eduarda da Silva e Larissa dos Santos

ORIENTAÇÃO E CORREÇÃO

Aurismar Lopes Queiroz

sexta-feira, 23 de março de 2018

O AMOR


Fonte: google imagem

AUTORAS:Maria Bianca da S. Santos e Rebeca A. Barbosa


Um dia uma menina chamada Emely foi em uma viagem para a fazenda do seu tio. Quando chegou lá, a primeira coisa que ela ia fazer seria andar a cavalo.
Bem, a menina era muito bonita e já tinha 18 anos. Ela foi cavalgar, mas antes dela voltar para casa começou uma tempestade e ela começou a cavalgar mais rapido; porém o cavalo se assustou com um trovão e a derrubou. Quando a coitada se levantou, uma cobra venenosa rapidamente a picou.
O filho de um fazendeiro vizinho, que estava voltando para casa em seu cavalo, a avistou caida no chão, desmaiada. Ele pulou de seu cavalo e correu até a garota. Pegou-a no colo e a levou para sua casa. A mãe do menino cuidou bem dela. Pouco tempo depois, ela acordou e viu o garoto todo ensopado ao seu lado. Ele se chamava Thiago. Era muito gato! Tinha olhos verdes, cabelos lisos. Ele tinha 20 anos. A menina se apaixonou por aquele belo garoto. 
Ele lhe perguntou:
_Você está bem, bela dama?
Ela ficou sem reação e respondeu:
_Graças a você estou sim.
Ela disse que precisava ir para sua casa, se não o tio dela, que já estava velho, ia se preocupar. O garoto fez questão de levar Emely para casa e a deixou na porta de sua casa e disse:
_Qualquer dia a gente se ver novamente.
Todas as meninas da fazenda ficaram de olho no garoto.
Tempos depois, chegou uma patricinha por lá. Quando viu o garoto, ela já pensou:
_Aquele é meu, não quero nem saber!
No entanto, Emely já estava namorando Thiago. Só que a patricinha não estava nem ai. Certo dia, a patricinha foi conhecer o Thiago e, quando viu Emely se aproximando, beijou o menino a força. Emely, na hora que viu aquela cena, correu para cima da patricinha. As duas começaram a rolar no chão, se descabelaram todinha! Emely deu uma taca na menina e deixou ela pelada e roxa. Quando Thiago foi se explicar, ela deu um tapa na cara dele. 
Mas, Emely queria pagar com a mesma moeda. Certa noite, quando o garoto foi à casa dela, ela estava aos beijos com um de seus amigos. Ele ficou muito triste e saiu. A menina o viu e se sentiu culpada.
No dia seguinte, ele estava a beira do rio pensando.Ela estava observando quando ele viu o reflexo dela na agúa e disse:
_Você e muito vingativa. Eu não tive culpa daquela menina me beijar de surpresa.
Ela, calada e sem jeito, quando ele se levantou para ir embora, o puxou e o beijou. Eles se reconciliaram. Todavia, a patricinha estava ouvindo tudo e queria vingança. Então, ela chegou ao rio e tirou a roupa e entrou na água; mas para o azar dela a água estava cheia de sangue-suga que picou a bunda dela.
Emely foi para a cidade com o Thiago.  Eles se casaram e tiveram dois filhos.
          


AUTORAS:Maria Bianca da S. Santos e Rebeca A. Barbosa
ORIENTAÇÃO E CORREÇÃO
Aurismar Lopes Queiroz


AMIZADE QUE VIROU AMOR


AUTORAS: Maria Edarda Martins e Emilly Keyte

Fonte: google imagem

      Havia  uma  menina que não tinha amigos, na sua escola ninguém  gostava  dela porque ela era muito tímida e não falava com ninguém. Um dia chegou um menino novo na escola. Logo que ele chegou, recebeu uma reclamação da professora. Alguns dias depois, a professora passou um trabalho em dupla. A menina ficou sem ninguém para formar dupla. Então o  menino novato chamo a garota para fazer o trabalho com ele.
       Ela aceitou e abriu  um lindo sorriso. O garoto percebeu que ela tinha um lindo sorriso, e falou:
          _ Nossa, seu sorriso e´encantador.
         A menina, sem jeito, respondeu:
          _ Obrigada. 
       Depois disso passaram a fazer trabalhos sempre juntos. Eles dois formaram uma amizade linda e perfeita, mas ele começou a fazer outras amizades. A menina simplesmente ficou com muitos ciúmes. Ela percebeu  que aquilo que estava em seu coração era amor. Só que ela nunca admitia o que estava sentido em se coração.
       Ele começou a namorar com  uma amiga da garota. Ela ficou muito constrangida e sentiu que aquela amizade especial tinha acabado. Então ela começou a namorar com o seu colega de classe para provocar ciúmes ao se amado. 
       Depois desse dia, a amiade deles dois foi enfraquecendo. Passou-se uns dias para ele perceber que ela estava sentindo ciúmes. Decidiu tentar conversar com ela, mas ela não queria conversar com ele. Depois de algns dias sem conversa, ele resolveu terminar o namoro com sua colega porque aquela amizade deles era muito importante. Ela percebeu que aquela menina era se verdadeiro amor. Ela terminou com seu namorado e eles voltaram a amizade. Depois de algum tempo eles começaram a namorar. Passou anos e finalmente eles dois se casaram, tiveram muitos fihos e viveram juntos para sempre. A amizade verdaderia pode virar amor e esse amor é o mais perfeito, mais lindo, e principalmente é um amor eterno. 



Maria Edarda Martins e Emilly Keyte
Alunas do 8 º ano 
EMEF Tancredo Neves - Marabá -PA

ORIENTAÇÃO E CORREÇÃO
Aurismar Lopes Queiroz