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sexta-feira, 7 de abril de 2023

UMA PASSAGEM PELO MORRO


 

AUTORES:
 FERNANDA VALENTE 
ERICK SOUZA
 LETICIA LORRANE
ESCOLA: WALKISE DA SILVEIRA VIANNA

TURMA: M1TNM01




As ruas estavam tranquilas e bem iluminadas. Ana Flávia chegara de viagem e se dirigia, a pé, para sua casa em companhia de Érica sua prima.
- Nossa, que cidade tranquila, Érica. Parece tão segura! 
Érica fez que sim com a cabeça e disse:
- Pois é... espero que continue assim e nada de ruim aconteça com a gente, amiga. Ana Flávia e Érica eram muito próximas, tanto que se considerava como amigas ou até mesmo irmãs. Elas já haviam chegado no apartamento em que Ana Flávia ficaria com seus pais. Foi quando o irmão de Érica havia ido visitar as duas. Só que ele, que se chamava pelo nome Edward, conhecido mas pelo nome de Edu, não era realmente seu irmão de sangue, pois a mãe dele era apenas sua madrasta. Depois de ter chegado de penetra no apartamento de Ana Flávia, logo falou:

- Olha quem chegou, a princesinha da Disney!

Edu chamava Ana Flávia assim porque ela morava em Orlando, onde se encontra a Disney.

- Aff... pensei que o favelado aqui já havia aprendido a ter modos.

- Espera um pouco, Ana Flávia, eu também moro na favela, não se esqueça!

- Desculpa, Érica. É que seu irmão me irrita demais.

- Só vim avisar que está acontecendo um baile lá na favela, e vim saber se a princesinha aqui quer ir junto com a gente.

- Eu amo baile! Disse Ana Flávia.

- Então, é melhor a princesinha ir se arrumar porque com essa roupa de grife, você não passa nem na entrada, falou Edu com a expressão de riso.

Após algum tempinho, Ana Flávia ficar pronta e todos foram para o morro. Assim que chegaram, Érica e Edu foram logo apresentando o lugar em que moravam. Edu disse:

- Bem-vinda à primeira e maior favela da Zona Sul, chamada de Rocinha! Já cortando o entusiasmo de seu irmão, Érica falou:

- Estamos aqui para curtir o baile, e não para fazer passeio pelo morro!

- Desculpa.

- Mas, bem que eu queria conhecer melhor o morro.

- Amiga, depois eu te trago para um passeio aqui, mas agora vamos curtir.

A festa ia rolando, e como de costume, houve tiroteio no céu. Ana Flávia, como nunca tinha passado por aquilo, correu para os braços de Edu! E, foi quando uma troca de olhares rolou entre os dois. Érica, quando viu aquilo, logo foi interromper aquela cena antes que algo a mais acontecesse.

O baile acabou quando estava preste a amanhecer. Érica e Edu foram deixar a Ana Flávia em casa e voltaram para a favela. Quando estavam voltando para casa, Érica perguntou para Edu se alguma coisa a mais havia acontecido com ele e Ana Flávia, além dos olhares. Ele afirmou que não.

No outro dia, Ana Flávia ligou para Érica, porém ela não respondia suas ligações. No entanto, logo em seguida, ela recebeu uma ligação de Edu.

- Oi?

- Fala, embuste - responde Ana Flávia.

- Ixi! A princesinha está com raiva?

- O que é, Edu?

- A Érica não vai poder te acompanhar pelo passeio aqui no Rio de Janeiro, então eu irei com você!

- Tá bom, já estou arrumada, você já pode vir.

- Se quiser você pode descer, pois estou no portão a sua espera.

Um pouco desanimada, Ana Flávia foi ao seu encontro. Quando saiu de seu apartamento, Ana Flávia avistou uma limusine em sua frente, e vê de dentro dela sair Edu, e com um belo sorriso no rosto diz:

- Como? Onde?...

- Calma!

- Onde conseguiu essa limusine?

- Eu tenho os meus contatos! Mas ... você gostou?

- Se eu gostei? Cara, eu amei!

- Esse passeio tinha que ser top! Então, eu e a Érica combinamos que eu te levaria.

Os dois foram a vários lugares, conheceram muitas obras e museus do Rio de Janeiro. E como de se esperar, só em um dia não ia ter como ela conhecer tudo que queria, então esse passeio se estendeu por mas de uma semana. E cada dia que passava, Ana Flávia e Edu iam criando uma paixão entre ambas partes.

Quando estava chegando o pôr do sol, Edu e Ana Flávia decidiram dar um mergulho naquele lindo mar. E, foi então que Edu tomou a iniciativa e roubou um beijo de Ana Flávia! Ela, porém, dá-lhe um tapa e volta a beijá-lo com muita vontade.

No outro dia, Ana Flávia decidiu ir ao Morro da Rocinha ver Edu e Érica, só que ela foi barrada antes de subir ao morro.

- Oh, patricinha! Você não pode pisar aqui no morro sem a permissão do rato.

- Quem é esse rato?

- Você não sabe quem é o rato?

- Se você não deixar eu entrar, eu vou...

- Calma, calma, falou Edu.

- Ô compadre! Você conhece ela?

- Claro! Ela está comigo.

Após eles terem saído dali, Edu brigou com Ana Flávia por ter ido sem avisar. Mas, Ana Flávia com muito carisma e paciência perguntou:

- Cadê a Érica?

- Ela está no trabalho. Mas, o que minha princesa quer aqui?

- Vim conhecer o morro!

Depois de algumas horas andando, eles escutaram um tiro. Então Edu levou Ana Flávia para um beco seguro, onde ela não corria o risco de acabar sendo baleada no tiroteio e avisou que ela não poderia sair dali. Se passaram alguns minutos e nada de Edu retornar. De repente tudo se apagou para ela. Após acordar, percebeu que havia sido sequestrada por uma traficante. Depois de horas no cativeiro, um dos empregados do chefe falou que eles já haviam entrado em contato com sua família. Foi quando o próprio rato apareceu para uma conversa com Ana Flávia:

- Saia daqui!

- Tá bom, meu patrão.

- Estou sabendo que você é bem rica, e como sabes quero dinheiro. Logo o diálogo dele foi interrompido:

- Chefe?

- Fala.

- O Edu está querendo falar com você.

- Fala para ele esperar um pouco.

- Edu?

- Bora, entra logo ali.

Depois de escondê-la, o rato mandou Edu junto com Érica entrarem.

- O que meus manos querem?

- Rato, uma prima nossa desapareceu aqui dento da favela, falou Érica.

- Qual é o nome dela?

- Ana Flávia!

- Não vi, mas vocês tem minha permissão para mandar os moleques vasculhar toda área até encontrá-la.

Érica saiu, e Edu ficou para falar com o rato. Logo após uma longa conversa, Edu viu um colar que estava no chão e percebeu que era de Ana Flávia, e questiona:

- Por qual razão o colar da Ana Flávia está com você?

- Edu, não é o que você está pensando.

- Flávia, Flávia, Flávia!!!

Foi quando Edu achou Ana Flávia escondida e amarrada. Com muita raiva perguntou para o Rato que, por incrível que pareça, era seu irmão.

- Por quê você fez isso, Vittor?

- Irmão, desculpa aí, eu precisava de dinheiro!

- Dinheiro? O que você menos precisa é de dinheiro!

- É a favela da zona oeste, eu estou devendo eles, e se eu não pagar eles vão me matar.

Edu pegou uma arma e ameaçou o seu irmão mandando ele liberar os dois. Porém, acidentalmente, Edu disparou em seu irmão, que caiu no chão falando para eles saírem dali, pois seus capangas viriam atrás deles.

Os dois saíram dali e foram direto para o apartamento de Ana Flávia, quando chegaram lá havia muitos repórteres e policiais. Então decidem bolar um plano para saírem daquela situação. Edu decidiu que o melhor à ser feito seria simular que ele havia sequestrado Ana Flávia para eles poderem passar pelos policiais e fugir.

Quando colocam o plano em prática, Ana Flávia decidiu sair um pouco de perto de Edu para tentar fala com seu pai, foi quando Edu pegou a arma que estava em sua cintura e um policial atirou no peito de. Edu caiu no chão e morreu! Abalada, Ana Flávia pegou a arma e gritou:

- Não!!!

Quando pretendia atirar nos policiais, acabou sendo baleada também,  caindo no chão morta.


Fim ♡


 

 

 

 


sexta-feira, 24 de março de 2023

O GRANDE DINO REI





AUTOR: 

Pablo Awan

- Tudo certo, doutor Stven. Já prendemos a criatura. Vai ficar tudo certo.  

 O velho Stven, PHD em genética, havia concluído com sucesso aquele que poderia ser o grande experimento de sua vida.

 O grande trabalho que tirou anos do sono dele. Ele ficou noites é dias em claro para então finalizar sua grande obra prima, que poderia até mudar o mundo inteiro. O grande projeto do Dino Rei.

 O grande Dino Rei foi considerado uma grande fera de olhos vermelhos que até parecia um grande rio de sangue, com grandes presas é enormes garras duras que nem diamante. A pele indestrutível. Com a mente é o intelectual muito avançados ao ponto de até aprender a fala humana.

 O intuito da sua criação era inovar o mundo é a nova geração.  O único medo do doutor Stven era do mundo querer usá-lo como uma arma. Essa não foi a ideia de sua criação. O Dino Rei foi criado no intuito de ajudar a humanidade.

 O doutor Stven enxergava o grande Dino Rei como um filho. Filho que ele nunca poderia ter. E, se alguma coisa viesse a acontecer com o Dino Rei, ele com certeza ficaria muito triste.

 Stven cuidou do Dino Rei desde que ele era um ovo. Ele dava banho nele todas às  segundas-feiras. Ensinava os hábitos humanos para ele. Jogava jogos de estratégias e memórias com ele todos os dias. Ensinava as falhas humanas  e sinais de libras para ele. Ele estava transformando o Dino Rei em uma mente intelectual. 

 O único problema é que o Dino Rei nunca saiu do laboratório, e isso quer dizer que ele nunca viu mais do que três pessoas juntas em um só lugar, e nunca viu o céu. Ele nuca havia visto nada além do laboratório onde ele fora criado.

 Então, chegou o grande dia do Dino Rei conhecer o mundo. O grande é vasto mundo! O dia em que o mundo iria conhecer o Dino Rei. 

 O Dino Rei estava com medo, mas ao mesmo tempo muito feliz porque ia sair do laboratório pela primeira vez. O mundo também estava muito curioso para conhecer o Grande Dino Rei. No entanto, outras pessoas estavam com medo de vê-lo. Outros estavam querendo roubá-lo. 

 O grande Dino Rei subiu ao palco que estava montado no meio da cidade. O grande Dino estava nervoso, mas ele subiu ao lado de seu criado, o "pai". 

O mundo estava louco pra ouvir ele falar! 

Então ele abriu a sua boca cheia de dentes afiados e disse:

_Oi, boa tarde! 

E o mundo foi a loucura!  ( Ai as luzes se apagaram, as cortinas se fecharam e apareceu o Patrick do Bob Esponja: "falando ACABOU!" ).





AS FÉRIAS DE ANA KARLA NO SÍTIO




Autores:
Jardiel Nascimento
Matheus Cruvinel

Tudo estava indo bem nas férias de Ana Carla no sítio do seu tio. Os primos e as primas se divertiam.
_ Ah! Carlinha, estou tão feliz que você tenha vindo. _ comentou Ingrid sua prima mais velha.
_ Nossa! Eu é que estou amando espero que nada de ruim aconteça. Disse Ana Carla.
Ingrid falou:
_ Vamos visitar o tio Renato que está na cozinha preparando a comida para nós?
Ana Carla respondeu:
_ Vamos sim priminha!
Chegando lá, sua tia Renata já estava esperando suas sobrinhas.
_ Entra meninas vamos comer um bolo de milho com chocolate, disse a tia Renata.
As meninas responderam quase juntas:
_ Já estamos indo, titia, mas antes vamos passar na casa do vovô.
Quando elas estavam indo para casa de seu avô, no caminho elas acabaram se perdendo pela floresta.
Desesperada, Ana Carla disse:
_ Você sabe onde nós estamos?
Desorientada Ingrid respondeu:
_ Não sei, acho que nos perdemos.
De repente, elas escutaram um barulho na mata que talvez fosse um animal selvagem.
_ Vamos, acho que o caminho de volta é por ali. Falou Ingrid sem muita certeza.
Então, quando elas estavam a caminho, uma voz estranha saiu da mata e era seu tio Antônio dando um susto nelas.
Ele falou:
_ Meninas chamem seu tio Renato para ir com vocês.
Ingrid falou para Ana Carla:
_ Vamos desbravar a mata.
_ Isso é meio perigoso, respondeu ela, mas vamos nos arriscar?!
Depois de uma longa caminhada, elas encontraram um belo lago onde passaram a tarde toda lá. Mas, elas não sabiam que havia algo perigoso naquele lago, que era uma sucuri gigante, como elas não sabiam, a cobra avançou nelas e de repente seu tio apareceu com uma arma. Mas, quando ele foi atirar a, já era tarde demais e a cobra as engoliu.


AS FÉRIAS DE ANA KARLA NO SÍTIO



Autoras:
Flaviane Rodrigues da Silva
Iramili dos Reis Moraes
Sabrina Oliveira da Silva


Tudo estava indo bem nas férias de Ana Karla, no sítio do seu tio. Os primos e as primas se divertiam.
_Ah, Carlinha, estou tão feliz que você tenha vindo. _comentou Ingredi, sua prima mais velha.
_Nossa! Eu é que estou amando, espero que nada de ruim aconteça. Disse Ana Karla.
Mas no dia seguinte, Rihanna Carla estava no sítio e o seu tio teve uma ideia de fazer um grupo de adolescentes para explorar a natureza. então foi aí que ele chamou outros adolescentes de outro sítio. Então o grupo de adolescentes se dividiu em duas equipes, uma era a equipe de Ana Carla, e a outra era de Carlinha.
No outro dia a equipe de Ana Carla ficou com a partir de explorar o lugar com a equipe de Carlinha. E lá elas se reuniram para banhar no lago e na hora que Carlinha estava banhando no lago Ana Carla viu um jacaré entrando dentro da água então Ana gritou para elas saírem da água:
_ Saiam da água agora! corra? há um jacaré aí ele vai pegar vocês!
Então ela está então elas saíram depressa da água, E quando deu a noite as duas equipes decidiram se reunir para fazer uma roda de conversa.
No dia seguinte uma das meninas do grupo de Ana Carla teve uma ideia de fazer uma aventura na mata. Então as duas equipes foram para a mata acampar. Quando chegou a noite três meninas sumiram sumiram do acampamento. As outras ficaram muito preocupadas sem saber o que havia acontecido.
Na verdade, as três meninas que sumiram do acampamento estavam perdidas pela floresta. Até que os índios as encontraram. Eles deram cobras para elas comerem. Eles ensinaram elas a fazer as suas próprias roupas, ensinaram a caçar, como dançariam e como fariam as suas casas. Só que elas queriam fugir para voltarem para suas casas, só que todas as vezes que elas tentavam fugir os índios as pegavam.
No entanto, o que os índios obrigavam as três a comer e caçar no mato só que elas pediam para os índios libertarem elas. Acontece que os índios pensavam que elas queriam fazer mal para eles porque elas não sabiam falar a linguagem deles. Então, um dia, elas decidiram falar com eles com forma de mímica. Dessa maneira, os índios puderam entender o que elas queriam fazer e perceberam que elas não lhes fariam nenhum mal. Por fim, eles ensinaram o caminho de volta para casa delas.




Escola Estadual de Ensino Médio valquízes Viana da Silveira
Turma: MT n mm01/2023